Uma boa pergunta para fazermos a nós próprios quando traçamos planos para o futuro, é se o nível de otimismo que acompanha essas realizações é, na verdade…realista. O otimismo determina o grau de esperança num desfecho bem sucedido e o envolvimento que aplicamos na sua concretização. O otimismo, em última análise, influencia diretamente a motivação que nos impele mais ou menos entusiasticamente rumo a um objetivo pré-estabelecido.
Sabemos que não é possível começar a subir uma montanha se não acreditarmos que vamos chegar ao topo, se esse for o nosso propósito. Nem é possível planear um filho se não estivermos convictos de que podemos vir a ser bons pais para essa criança. É a nossa esperança, a nossa expectativa num futuro positivo e a nossa crença que podemos influenciar esse destino, que nos permite assumir riscos e perseverar.
Mas como fazemos para saber se esse otimismo que nos acompanha é realista?
O que nos garante que vale a pena correr certos riscos?
Quando nos sentimos excitados e aparentemente determinados em alcançar um certo objetivo, é aconselhável perdermos algum tempo a explorar a base realista desse otimismo. Por questões de prudência e avaliação de riscos, é desejável considerar previamente um conjunto de fatores que podem discernir acerca do grau de realismo/fantasia da nossa esperança para o futuro. Vejamos:
Não estarmos completamente convencidos. Se estivermos atentos ao nosso comportamento quando partilhamos as nossas intenções com alguém, isso pode dar-nos sinais importantes sobre o nosso estado de entrega a um objetivo. Se dermos connosco a titubear, com dificuldade em articular o discurso ou em explicar as ideias, e sentirmos uma quebra da nossa energia emocional, se calhar não estamos tão certos quanto isso. Ter dúvidas é um bom indicador para cuidadas reflexões sobre o assunto.
Haver uma boa combinação entre os recursos que temos e o objetivo. É aconselhável fazer um levantamento pormenorizado dos recursos e competências, internas e externas, que necessitamos para ser bem sucedidos. Planear como os vamos usar ou adquirir, pode prevenir imprevistos de última hora que farão derrapar prazos, orçamentos e até a própria motivação individual para o processo.
Estabelecer critérios de sucesso. Em primeiro lugar é preciso definir, face a um determinado objetivo, o que significa ter sucesso. Ir medindo esse sucesso nas diversas etapas, entusiasma a continuar rumo às etapas seguintes e alicerça o otimismo que nos faz persistir e ter confiança no bom termo das nossas ações.
Gloria Oettingen, uma investigadora da Universidade de Nova Iorque, chegou à conclusão que ter fantasias desmedidas de sucesso, pode minar a nossa mais poderosa motivação. Isto porque as pessoas empenham-se muito menos nas tarefas quando se fixam na certeza de que o futuro vai ser positivo. É então importante estar atento às etapas intermédias e à criatividade para lidar com as adversidades. A esperança baseada num otimismo realista colocará sempre as pessoas mais perto das suas metas.
Uma boa pergunta para fazermos a nós próprios quando traçamos planos para o futuro, é se o nível de otimismo que acompanha essas realizações é, na verdade…realista. O otimismo determina o grau de esperança num desfecho bem sucedido e o envolvimento que aplicamos na sua concretização. O otimismo, em última análise, influencia diretamente a motivação que nos impele mais ou menos entusiasticamente rumo a um objetivo pré-estabelecido.
Sabemos que não é possível começar a subir uma montanha se não acreditarmos que vamos chegar ao topo, se esse for o nosso propósito. Nem é possível planear um filho se não estivermos convictos de que podemos vir a ser bons pais para essa criança. É a nossa esperança, a nossa expectativa num futuro positivo e a nossa crença que podemos influenciar esse destino, que nos permite assumir riscos e perseverar.
Mas como fazemos para saber se esse otimismo que nos acompanha é realista?
O que nos garante que vale a pena correr certos riscos?
Quando nos sentimos excitados e aparentemente determinados em alcançar um certo objetivo, é aconselhável perdermos algum tempo a explorar a base realista desse otimismo. Por questões de prudência e avaliação de riscos, é desejável considerar previamente um conjunto de fatores que podem discernir acerca do grau de realismo/fantasia da nossa esperança para o futuro. Vejamos:
Não estarmos completamente convencidos. Se estivermos atentos ao nosso comportamento quando partilhamos as nossas intenções com alguém, isso pode dar-nos sinais importantes sobre o nosso estado de entrega a um objetivo. Se dermos connosco a titubear, com dificuldade em articular o discurso ou em explicar as ideias, e sentirmos uma quebra da nossa energia emocional, se calhar não estamos tão certos quanto isso. Ter dúvidas é um bom indicador para cuidadas reflexões sobre o assunto.
Haver uma boa combinação entre os recursos que temos e o objetivo. É aconselhável fazer um levantamento pormenorizado dos recursos e competências, internas e externas, que necessitamos para ser bem sucedidos. Planear como os vamos usar ou adquirir, pode prevenir imprevistos de última hora que farão derrapar prazos, orçamentos e até a própria motivação individual para o processo.
Estabelecer critérios de sucesso. Em primeiro lugar é preciso definir, face a um determinado objetivo, o que significa ter sucesso. Ir medindo esse sucesso nas diversas etapas, entusiasma a continuar rumo às etapas seguintes e alicerça o otimismo que nos faz persistir e ter confiança no bom termo das nossas ações.
Gloria Oettingen, uma investigadora da Universidade de Nova Iorque, chegou à conclusão que ter fantasias desmedidas de sucesso, pode minar a nossa mais poderosa motivação. Isto porque as pessoas empenham-se muito menos nas tarefas quando se fixam na certeza de que o futuro vai ser positivo. É então importante estar atento às etapas intermédias e à criatividade para lidar com as adversidades. A esperança baseada num otimismo realista colocará sempre as pessoas mais perto das suas metas.
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